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Bilionários Brasileiros: Lírio Parisotto

Vou escrever uma série de posts sobre os bilionários brasileiros e suas histórias de sucesso.
Começando com Lírio Parisotto.

Comprar é coisa de pobre. Rico vende.

Quem disse que precisa ser economista para saber multiplicar seu dinheiro?
O médico Parisotto está ai para provar que, em se tratando de investimentos em ações, conhecimento sobre as empresas onde se vai investir o dinheiro conta mais que um canudo universitário.
Ele segue os mandamentos do guru e também bilionário Warren Buffet. Só investe em empresas sólidas e líderes em seus segmentos de mercado.
“Procuro investir em empresas que conheço, assim consigo acompanhar as perspectivas de mercado” diz. Parisotto trata sua carteira de ações como se fosse um time com 12 atletas. Neste conjunto de 12 empresas, também há espaço para os “azarões”, as promessas que podem ou não vingar. “Caso a empresa não apresente o resultado esperado num período determinado, substituo por outro jogador”.

Administrando desta forma, seu fundo L.Par da Geração Futuro se tornou o maior do País na categoria ações livre e por consequencia colocou Parisotto na vitrine como um dos principais investidores pessoa física da BM&FBovespa. Ele já acumula um patrimônio estimado em mais de R$ 2 Bilhões.

O que aprender com o Bilionário:

Tenha Objetivos – Ele nasceu pobre, mas sempre sonhou com prosperidade e riqueza. Foi agricultor aos 13 anos, seminarista, médico, empresário. Conquistou seu patrimônio com seus próprios esforços;

Tenha Persistência – Foram 3 tentativas no mercado de ações. Na primeira em 1971, investiu o equivalente ao valor de um Fusca, que era tudo o que tinha na época. Resultado, perdeu tudo. Na segunda, em 1986 quando as condições financeiras já eram mais favoráveis, comprou na “alta” e viu US$ 300 mil virarem pó. Somente na terceira tentativa, depois de buscar informações sobre as empresas, entendendo melhor do funcionamento do mercado de ações, passou a se basear em fundamentos para investir. Com uma carteira sólida, obteve rendimentos maiores que qualquer outro investimento. “Meu benchmark é o Índice Bovespa, e em 2007 ele cresceu 43%, enquanto que o meu fundo de ações cresceu 80%”, diz;

Leia. Busque informação – No jornal Gazeta Mercantil, Parisotto lia constantemente a coluna de Décio Bazin, que tratava de economia. Acabou comprando seu livro “Faça Fortuna com Ações, Antes que seja Tarde”. No livro, o autor mostra como operar com segurança e lucro na Bolsa de Valores. Teve a inspiração necessária para voltar a investir no mercado de ações;

Tenha um plano B – No caso de Parisotto, como a carreira de investidor não estava lhe trazendo bons frutos, este preferiu investir no ramo empresarial. Na década de 80 abriu uma loja de eletrodomésticos. Em 1988 surgia a Videolar, empresa que hoje é líder no mercado brasileiro de DVDs e Blue-ray;

Determine qual é o seu limite – Na terceira tentativa no mercado de ações, Parisotto investiu US$ 2 milhões e atingindo o dobro deste valor, sairia do mercado. Um ano depois já tinha dinheiro suficiente para comprar do sócio a outra metade da empresa Videolar;

Tenha Critérios –  “Compro ações para casar e não para ficar” diz Parisotto que utiliza o preço/lucro (P/L) como um dos critérios para comprar e possui a mesma carteira de ações a 12 anos. Segundo ele é preciso saber realmente quanto vale uma empresa antes de investir. “Hoje, tenho como critério de investimento os seguintes segmentos: energia elétrica, siderurgia, bancos e mineração. E somente 2% ou 3% de empresas exóticas”, afirma. Parisotto investe baseado em análise fundamentalista, ou seja, compra as ações baseado no estudo dos fundamentos da empresa, e não fazendo uso de análises técnicas;

Tenha controle – Controle o medo na queda, controle a ganância na alta. Em 2008, Parisotto viu seu fundo passar de R$ 1,3 Bilhões para cerca de R$ 700 milhões no auge da crise. Ele nadou contra a maré e ao invés de realizar o prejuízo vendendo as ações na baixa, manteve a frieza e passou a buscar pechinchas, já que os preços tinham despencado. Com o controle de um zen budista, conseguiu se recuperar num momento onde muitos se jogariam de prédios;

Outras dicas – Compre na baixa e venda na alta. Não invista em empresas que contratam muita consultoria. Segundo ele, “Não se deve investir em ações, mas sim em empresas”, ou seja, o balanço da companhia é mais importante do que o momento do mercado. Também deve ser analisado com cautela a evolução de produtos e atitude dos CEOs das empresas. Não invista em IPO. Tenha uma carteira enxuta, que você consiga acompanhar. Nunca compre ações de companhias aéreas e de comércio varejista, pois o seu mercado é bastante instável. Procure dar preferência a papeis de empresas que lucram e distribuem dividendos entre seus acionistas (estratégia conservadoras conhecida como income stocks/ações de renda). Jamais coloque na bolsa de valores o dinheiro do qual vai precisar, ou seja, aplique a longo prazo.

Lirio Parisotto é o Warren Buffet Brasileiro.

Para finalizar, assista uma entrevista e uma palestra de Lírio Parisotto na Expo Money 2010:

Clique no link para ver a palestra:

palestra-lirio-parisotto-expo-money-2010


A Importância de um Mentor

Sempre achei a sinuca um jogo muito bonito e técnico. Trata-se de um esporte ao mesmo tempo acessível e marginalizado, justamente porque o material para a prática encontra-se em qualquer botequinho de esquina, onde bêbados cruzam seus braços sobre o balcão a espera da próxima cerveja.

Eu costumava jogar quando era mais jovem, mas depois que os compromissos da vida corporativa prevaleceram, passei somente a acompanhar a distância.

Um belo dia, um amigo de um amigo que era exímio jogador, me sugeriu colocar uma mesa em casa. Estava construindo uma área de lazer, e ele, me conseguiu uma mesa usada em excelente estado, que comprei e deixei guardada no depósito, esquecida, por um ano.

Quando a obra ficou pronta, montei a mesa, comprei as bolas e os tacos e comecei a jogar um pouco. Nem preciso dizer que este excelente jogador era quem vencia as partidas. Os efeitos, as jogadas mais técnicas e a diversão de ter amigos em casa, faziam com que minha vaidade ficasse de lado.

Praticamente um Rui Chapéu

Em 2008, tive a oportunidade de duelar com um senhor de uns setenta anos, que havia ganhado vários torneios quando mais jovem. Este prontamente me perguntou que mesa eu havia comprado, que bolas, tacos e que regras eu gostaria de jogar. Então pediu para que eu iniciasse a partida. Humilhação a vista! Lá ia eu perder para o velhinho.

Dei a saída, de forma que as bolas não se espalharam. Ele pacientemente colocou-as novamente no lugar e me disse: “Meu jovem. Quando der a primeira tacada, jogue a bola azul para a esquerda e posicione a branca para a direita”. Dei a tacada novamente e fiz como ele mandou. Começamos a jogar. Na verdade eu jogava, e ele observava.

Com seu olhar clínico, em pouco tempo notou quais eram meus erros de posicionamento, e começou a corrigi-los. Parecia magia. Com apenas algumas dicas, notei que as tacadas melhoraram muito. Tanto que em uma jogada específica, errei a bola e ele me disse: “Jovenzinho. Independente quem seja seu professor, quem esteja te ensinando, uma coisa não dá para aceitar. Você pode errar a jogada e o efeito! A bola jamais! Jamais!! Assim, como num jogo de xadrez, pense sua jogada antecipadamente, tenha calma e posicionamento”.

Seguindo suas recomendações, não errei mais a bola. E, a medida que íamos jogando, ele fazia suas observações. Fiz então uma analogia entre aquele simples jogo de sinuca e a vida corporativa.

Como seria benéfico se tivéssemos a supervisão de alguém mais experiente em nosso ambiente profissional, seja ele qual for. Alguém que tivesse bagagem, tendo passado por diversas etapas, enfrentado muitos “perrengues”, “engolido muitos sapos”, obtido muitas vitórias, alcançado muitos resultados, e que, ao mesmo tempo fosse acessível, não abrindo mão da humildade e honestidade com suas colocações.

Nossa performance seria consideravelmente melhorada, se um mentor nos ajudasse a encontrar e superar nossos pontos fracos. Com pequenos ajustes e sugerindo maneiras de superá-los, abriria novas perspectivas para nosso desenvolvimento.

O mentor nos mostra qual o caminho a percorrer.

Sei que posso melhorar muito meu jogo, tanto no campo esportivo, quanto no profissional. E você? Tem um mentor na sua vida corporativa ou vai correr o risco de ir para a caçapa?


O Homem Sem Dinheiro

Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz

Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.

Mark Boyle

Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.

Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.

Uma vida sem luxo

Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.

`Foi o ano mais feliz da minha vida`, disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, `e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro`.

`Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto.`

A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido `fantástico`.

Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.

Ele também construiu um banheiro séptico – uma fossa – do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.

Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar – um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.

Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It (`Só por amor`, em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples `bondade`.

Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.

Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que `a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje`.

`Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela.`

Sua mensagem, diz ele, é: `consuma um pouco menos`.

`Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério.`

`Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.

FONTE: BBC BRASIL


Steve Jobs. Um Ícone, Um Vencedor!

Este post é sobre um ícone, um vencedor.

Steve Jobs já é eterno por fazer parte da história da revolução dos computadores. Ele também é presente, pois hoje é considerado um dos homens mais poderosos do mundo. Empreendedor nato, criou empresas de sucesso e reconhecidas mundialmente como Apple e Pixar. Atualmente é o maior acionista de uma das maiores empresas de entretenimento, sonho de toda criança e visitada por milhares de pessoas todos os anos, a Disney.

Largar a Universidade e começar uma empresa na garagem é um sonho que muitos possuem, mas poucos são capazes de realizar. Ele enfrentou os desafios e conseguiu sair vitorioso, criando soluções geniais, movidas pelo amor que ele tem no que faz!

Nos videos abaixo em um discurso para a turma de formandos 2005 em Stanford, ele conta 3 histórias sobre sua vida, os altos e baixos, os ensinamentos, as dificuldades, os sucessos.

Demais, não?

Pra todo esse povo foi a melhor e mais curta aula que tiveram em todos os anos na faculdade.

Muitos são os ensinamentos sobre a vida de Steve Jobs nestes quase 20 minutos de vídeo. Dentre eles são 6 os que eu destaco:

  1. O diploma é apenas um documento. O que realmente importa é o que você faz com a sua vida. Todos somos iguais, o que nos diferencia são as oportunidades, mas acima de tudo o que fazemos com elas;
  2. Nunca devemos nos acomodar. Por mais que a situação seja favorável e principalmente, se for desfavorável. Devemos sair de nossa zona de conforto e buscar sempre algo para melhorar nossas vidas e as vidas das pessoas que nos cercam;
  3. Nos momentos de crise é que se criam as melhores soluções para os problemas, principalmente quando nós acreditamos em nós mesmos e gostamos do que fazemos;
  4. Não desperdice seu tempo vivendo a vida de outra pessoa. Não viva em função do pensamento de outras pessoas. Seu tempo é limitado;
  5. Tenha coragem em seguir seu coração e intuição;
  6. “Stay hungry, stay foolish”. Se você sempre está com fome, seu desejo é insaciável, nunca desista do que você realmente quer, tenha ambição em sua vida. Seja tolo, vá atrás de conhecimento, existe sempre algo a aprender, busque informação. Você vai crescer, evoluir como pessoa.

Ele deveria ser brasileiro, não desistiu apesar das dificuldades.

Este sim é um exemplo a ser seguido!


Uma Idéia Na Cabeça E Muito Dinheiro No Bolso

Mas não aconteceu do dia pra noite. Sorte? Persistência? A pessoa certa no lugar certo? É uma união de coisas que, junto a identificação de um nicho de mercado, fizeram com que uma idéia para resolver um assunto pessoal, se transformasse em uma empresa milionária.

Mapa do Tesouro da Internet

Mapa do Tesouro da Internet

O site Buscapé foi vendido aos Sul-Africanos do Naspers em um negócio que envolveu US$ 342 milhões. Só não direi que a empresa partiu do zero para este valor atual em apenas 10 anos, pois inicialmente os sócios economizavam R$ 100 por mês de seus salários de estágio, investindo numa ferramenta de internet para comparar preços de produtos vendidos nas lojas, tudo para adquirir uma impressora. Não tinham o intuito de ficar milionários, muito menos viajar pelo mundo de férias por alguns anos. Queriam apenas resolver um assunto pessoal, facilitar um processo de busca, quando se descobriu que ninguém havia pensado nisso até então.

No tempo das cavernas a propaganda era feita de boca a boca, talvez com o uso de fumaça. Com o rádio, a divulgação passou a ser mais difundida, e logo em seguida a TV fez com que o marketing criasse novos desejos de consumo. A grande questão sempre foi atingir um maior número de pessoas, seja qual fosse o segmento. A poucas décadas atrás surgiu uma ferramenta que cumpre bem esse papel, de forma praticamente instantânea. A internet. Com ela novas idéias apareceram, novas maneiras de facilitar nossas vidas, mundando hábitos, criando novos desejos, novas formas de divulgação. E quem identificou as necessidades antes, criando formas simples e eficientes para se atingir o público, quem entendeu como a internet deve se incluir no marketing e comunicação, se tornou milionário.

Romero Rodrigues Presidente do Buscapé

Romero Rodrigues Presidente do Buscapé

Mas de onde vem grande parte da receita do site? Ao fazer uma busca de preços no Buscapé, se o consumidor clica sobre determinado produto cadastrado, o lojista detentor deste paga pelo clique ao Buscapé, mesmo que a venda não seja concluída. O site hoje está em diversos países, captando e fazendo comparações de preços de diversas lojas virtuais, é um negócio milionário, e eu nunca cliquei no seu endereço eletrônico para pesquisar ou comprar o que quer que fosse. Confesso que a primeira vez foi essa semana, quando da divulgação de sua venda ao Naspers. Se é uma empresa de sucesso, alguém está clicando. Seja aqui no Brasil, seja na África.

Penso que da mesma forma que empresas de internet existem e fazem novos ricos pelo mundo, sem mesmo você ter participação ou conhecimento, muitas novas formas de enriquecer com a rede de computadores podem ser identificadas. Alguns dados divulgados pelo IBGE contribuem para acreditar nisto. No Brasil em cada 10 domicílios, 3 possuem PC, são 18 milhões de computadores para 191 milhões de brasileiros, e destes apenas 14 milhões estão conectados a internet. Ou seja, são 31,2% de domicílios brasileiros com computador, sendo que destes, somente 24% possuem acesso a internet. Outros dados interessantes mostram a grandeza do nosso país, sua concentração e desigualdades. Destes 14 milhões de PC´s no Brasil, 10 milhões estão localizados na região sudeste. O telefone, que é uma invenção de 1875, seja na forma residencial ou celular, ocupa pouco mais de 80% das casas brasileiras. Isto mostra o potencial de crescimento, identificação de novos nichos, de surgimento de novas idéias, que a internet nos reserva.

O Brasil é um país que não incentiva o surgimento de novas empresas. Não oferece condições para o desenvolvimento do empreendedorismo. Isto está fundido na cabeça das famílias, que preferem ver o filho entrar em uma empresa, saindo dela aposentado depois de 30 anos. Uma legião de funcionários acomodados, medrosos, que possuem boas idéias, mas não tem apoio nem mesmo da própria família para buscar a satisfação com seu próprio negócio. A provável prosperidade morre no primeiro, “não vai dar certo, não seja louco”. O apoio também não acontece nas universidades. Por outro lado, nosso país tem muito a crescer, pois esta nova geração já nasce conectada, com um acesso maior a informação. O público da web pode ser considerado mais qualificado, quando se comparado ao que não a utiliza. Um maior acesso a estas tecnologias pode homogeneizar o povo brasileiro, oferecendo maiores oportunidades ao atingir mais pessoas.

Curiosidade

Curiosidade

Falta de dinheiro e fracassos iniciais não são desculpas. Procurem ler a biografia do homem mais rico do Brasil, o bilionário Eike Batista, que começou comprando pedras preciosas em pequenas quantidades, com dinheiro emprestado e hoje possui negócios em diferentes áreas, um empreendedor nato. Outro exemplo é Silvio Santos, o grande comunicador, que fez fortuna vendendo inicialmente canetas, passando por propagandas de rádio, hoje dono de uma grande emissora de TV. Estes são estímulos, que agora somados a história da empresa Buscapé e seus fundadores, vem para acrescentar os exemplos de sucesso em nosso país, pessoas que transformam sua vocação em maneiras de ganhar dinheiro, muito dinheiro.

Transformar informação em conhecimento, persistência, curiosidade, prazer em descobrir coisas novas, inovação e novos milionários surgirão.

Músicas ouvidas durante o postVivendo do Ócio – Terra Virar Mente; Oh, Não!; Meu Precioso; É Melhor Pensar Duas Vezes; Dilema; Fora, Mônica; Seja Como Quiser; Viés; Lado Ruim, Hey!Hey!; Caindo na Estrada; Rock Pub Baby; Lado Ruim PT II; Amor Em Fúria. Móveis Coloniais de Acaju – Perca Peso (A Terceira Metade do Meu Estresse); Seria o Rolex (Ego e Latrina); Aluga-se-vende (Sujeito a Mudança); Copacabana (Devaneios de Um Cubano Cubista); Menina-moça (A Receita Que Ofélia Não Ensinou); Menina-moça (A Receita Que Ofélia Não Ensinou); Esquilo Não Samba (O Triste e Recorrente Medo); E agora, Gregório (Metamorfossa); Swing hum e meio (O Homem, a Verdade e a Castanha); Do Mesmo Ar (Pra não Dizer que Não Somos Melosos); Sadô-masô (A Vida é Tão Fácil Para Quem Não a Vive); Receio do Remorso (Remorso do Receio). (Destaque para todas).


Como é Fabricado um Avião

Com os últimos acidentes aéreos ao redor do mundo, a insegurança e o medo de voar podem se tornar insuportáveis, fazendo até com que alguns compromissos nunca mais ocorram, se não existir a possibilidade de se chegar até o destino de carro ou barco.

Se formos parar para analisar, acidentes com carros ocorrem todos os dias, na sua cidade, no seu bairro. Acidentes com naufrágio de barcos também, o Titanic está ai para provar.

Muitos se perguntam como é fabricado um avião, quantas pessoas, engenheiros envolvidos no projeto, ou qual a logística em cada etapa do processo. Coloquei um vídeo abaixo que mostra como é fabricado um avião AIRBUS A380, que é desenvolvido e construído pela Airbus S.A.S. O avião chamado de Superjumbo, é considerado o maior avião comercial de passageiros da história, e fez seu primeiro voo em 2005 na França.

Seus números impressionam. O A380 tem capacidade para até 845 passageiros, mais de 72 metros de comprimento, quase 25 metros de altura e 560 Toneladas de peso, alcança 970 Km/h, autonomia de quase 15 mil Km e consumiu mais de dez anos e cerca de 12 bilhões de euros ou R$ 35,1 bilhões para ser desenvolvido.

Algumas curiosidades

Quem imaginaria que o avião é montado como se fosse um quebra cabeça, onde as peças já vem pré-montadas e vão se encaixando. Estas peças são fabricadas em centrais de trabalho, espalhadas entre quinze cidades divididas entre Reino Unido, Espanha, França e Alemanha. Para que o Superjumbo pudesse ser montado, foi necessário ser construído um edifício de 27 mil metros quadrados e 35 metros de altura. Há quem brinque que, se no futuro a empresa decidir fazer uma aeronave ainda maior, não haverá espaço suficiente no mundo.

Para a construção do A380, a AIRBUS fez uso dos mais modernos e confiáveis materiais existentes, como fibras de carbono e até mesmo fibra especial, tudo para reduzir o peso final da aeronave. Ele vem equipado com 4 motores Turbofan Rolls-Royce.

Preço divulgado US$ 300 milhões.

Bom, chega de valores. As imagens expressam melhor porque ele é chamado de Superjumbo.

É realmente impressionante, dá até vontade de voar.

Visão 36oº do cockpit do A380

Se voar já da medo, imagina ser um dos primeiros a testar o avião. Abaixo está um vídeo do voo inaugural entre Singapura e Sydney, com os felizardos passageiros que compraram os bilhetes num leilão.

E ai, vai encarar?

Músicas ouvidas durante o postRockz – Paramédicos; Hare Hare; Todo Peso do Existir; Divertido e Veloz; Alienigenas; Bombardeio Cego; As Horas Passam Crazy; Toda Essa Vida; Colorbar; Ora Bolas; Essa Mulher; A Tal Coisa; Relacionamento Saudável; Confesso que Errei; Nunca Me Diverti Tanto; O Amor é Uma Piada; Esclerotica; Devaneio Esferográfico; Um Pouco Mais Alto; Reticencias; Playback; Tô Planejando.  (Destaque para todas).


Saber é Poder

Já se perguntou por que os carros desvalorizam após algum tempo de uso? Ou por que os bancos não baixam as taxas de juros mesmo com a grande demanda de empréstimos?

Fenômenos como estes são estudados através de uma teoria lançada por 3 ganhadores do prêmio Nobel de Economia, George Akerlof, Joseph Stiglitz e Michael Spence. É a Teoria dos Mercados de Informação Assimétrica, que foi desenvolvida lá nos anos 70. Segundo ela, no mercado cada agente possui um nível diferenciado de informação. Diretores são mais informados que acionistas sobre a lucratividade da empresa; Os vendedores conhecem melhor que os clientes a qualidade dos produtos; Por outro lado, os clientes sabem mais sobre o seu risco de acidente que as seguradoras.

Assimetria de informação está no nosso dia a dia, é parte de nossas vidas

O termo “informação assimétrica” é bastante usado pelas empresas de seguro, bem como no mercado financeiro, provocando verdadeiras revoluções nestas áreas. Para simplificar, a assimetria de informação acontece quando um dos agentes numa dada transação dispõe de informação (importante) que o outro não possui, ou até mesmo, quando um dos agentes não consegue antever as ações do outro. Assim, cria-se uma desvantagem para um dos lados.

Saber é Poder

Saber é Poder

Este cenário é considerado comum na economia, e também na sua vida. Atire a primeira pedra quem sabe tudo sobre tudo.

Exemplo: A venda de carros usados é uma informação imperfeita. Os carros podem possuir defeitos escondidos, alguns estão em piores condições que outros. Leva-se  também em consideração que somente vende quem tem o pior carro, e a um determinado nível de preços. Já os carros em melhores condições, logo são retirados do mercado (vendidos mais rapidamente). O comprador já vai para a negociação disposto a pagar um preço mais baixo pela mercadoria, já que quem tem um carro em bom estado, não quer vender, pois receberá pouco. Assim, restam no mercado os produtos de baixa qualidade, o que eleva a desconfiança dos consumidores. Isto responde a questão inicial, do por que de tamanha desvalorização após certo tempo.

O vendedor tem mais informação do que os compradores, ou seja, existe informação assimétrica entre vendedores e compradores.

Os compradores precisam de algumas sinalizações que indicam qualidade do produto (neste caso o carro) que está sendo ofertado. São ações para garantir a qualidade, como por exemplo o aumento da garantia, gasto maior com showroom (uma loja mais imponente) mostrando que os vendedores não pretendem desaparecer do mapa. A baixa kilometragem. O carro ser de um único dono. A procedência com todo o histórico do bem. O preço mais alto também pode sinalizar que a qualidade é mais alta. Todas estas formas de sinalização, servem para dar mais credibilidade ao produto ofertado.

Vende-se carro semi novo, baixa kilometragem, excelente estado de conservação

Vende-se carro semi novo, baixa kilometragem, econômico, único dono, com procedência, em excelente estado de conservação. Tratar no Ferro Velho.

Risco Moral

Este é um termo que vem do mercado de seguros. É uma forma de evitar a ocorrência (sinistro) para a qual o segurado tinha o seguro. Exemplo: Se o seguro fosse maior que 100% do valor da perda (do valor do bem), o assegurado poderia forçar a perda, o que seria considerado “imoral”. Este “risco moral”, refere-se a mudança de comportamento do segurado em função de não ter que comportar o custo total do atendimento. Exemplo, antes de fazer o seguro, a pessoa tinha uma postura cautelosa como condutor, afim de evitar acidentes e danos ao seu patrimônio (seu carro). Mas após assinar o seguro, o comportamento deste mesmo condutor muda de tal modo que, a probabilidade do resultado não favorável (sinistro) aumenta consideravelmente. Assim, a assimetria de informação também afeta o mercado de seguros, pois as companhias não conhecem a real situação de risco dos clientes (clientes duas caras, chame como quiser). Justamente por isto, as seguradoras desenvolveram incentivos para que os clientes revelem seu risco. Esta portanto, é uma forma de separar os bons clientes dos maus clientes.

Separar a clara da gema

Separar a clara da gema

No campo dos empréstimos bancários, quem geralmente pede dinheiro emprestado não consegue quitar sua dívida. Já quem pode pagar, está em condições financeiras melhores e por isto, não precisa de empréstimos. O mercado assim é composto por pessoas que não conseguem pagar pelos empréstimos. Com a inadimplência destes clientes, os juros aumentam, afastando potenciais clientes dos bancos e favorecendo a proliferação de agiotas. Para reduzir as perdas com os maus pagadores, as instituições bancárias preferem reduzir o volume de empréstimos a aumentar a taxa de juros.

O mesmo ocorre no mercado de seguros de saúde, onde as taxas são altíssimas e quem tem boa saúde não costuma ter plano de saúde. Os clientes das seguradoras são pessoas mais propensas a doenças (utilizar o seguro), o que reduz seu lucro.

Este ciclo que poderia levar ao colapso da economia, com prejuízos pessoais e falências generalizadas, faz com que as empresas e as pessoas usem os artifícios ditos acima, conduzindo para o aperfeiçoamento dos contratos, como forma de escapar à assimetria de informação.

Músicas ouvidas durante o postMarvin Gaye – Sexual Healing; Let´s Get It On; Please Stay (Once Your Away); If I Should Die Tonight; Keep Gettin’ It On; Come Get To This; Distant Lover; You Sure Love To Ball; Just To Keep You Satisfied; Song #3; My Love Is Growing; Cakes; Symphony; I’d Give My Life For You; I Love You Secretly; You Are The Man.  (Destaque para todas).


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