Imposto de Renda, Culpa de Napoleão.

Fonte: HotMoney


Bilionários Brasileiros: Lírio Parisotto

Vou escrever uma série de posts sobre os bilionários brasileiros e suas histórias de sucesso.
Começando com Lírio Parisotto.

Comprar é coisa de pobre. Rico vende.

Quem disse que precisa ser economista para saber multiplicar seu dinheiro?
O médico Parisotto está ai para provar que, em se tratando de investimentos em ações, conhecimento sobre as empresas onde se vai investir o dinheiro conta mais que um canudo universitário.
Ele segue os mandamentos do guru e também bilionário Warren Buffet. Só investe em empresas sólidas e líderes em seus segmentos de mercado.
“Procuro investir em empresas que conheço, assim consigo acompanhar as perspectivas de mercado” diz. Parisotto trata sua carteira de ações como se fosse um time com 12 atletas. Neste conjunto de 12 empresas, também há espaço para os “azarões”, as promessas que podem ou não vingar. “Caso a empresa não apresente o resultado esperado num período determinado, substituo por outro jogador”.

Administrando desta forma, seu fundo L.Par da Geração Futuro se tornou o maior do País na categoria ações livre e por consequencia colocou Parisotto na vitrine como um dos principais investidores pessoa física da BM&FBovespa. Ele já acumula um patrimônio estimado em mais de R$ 2 Bilhões.

O que aprender com o Bilionário:

Tenha Objetivos – Ele nasceu pobre, mas sempre sonhou com prosperidade e riqueza. Foi agricultor aos 13 anos, seminarista, médico, empresário. Conquistou seu patrimônio com seus próprios esforços;

Tenha Persistência – Foram 3 tentativas no mercado de ações. Na primeira em 1971, investiu o equivalente ao valor de um Fusca, que era tudo o que tinha na época. Resultado, perdeu tudo. Na segunda, em 1986 quando as condições financeiras já eram mais favoráveis, comprou na “alta” e viu US$ 300 mil virarem pó. Somente na terceira tentativa, depois de buscar informações sobre as empresas, entendendo melhor do funcionamento do mercado de ações, passou a se basear em fundamentos para investir. Com uma carteira sólida, obteve rendimentos maiores que qualquer outro investimento. “Meu benchmark é o Índice Bovespa, e em 2007 ele cresceu 43%, enquanto que o meu fundo de ações cresceu 80%”, diz;

Leia. Busque informação – No jornal Gazeta Mercantil, Parisotto lia constantemente a coluna de Décio Bazin, que tratava de economia. Acabou comprando seu livro “Faça Fortuna com Ações, Antes que seja Tarde”. No livro, o autor mostra como operar com segurança e lucro na Bolsa de Valores. Teve a inspiração necessária para voltar a investir no mercado de ações;

Tenha um plano B – No caso de Parisotto, como a carreira de investidor não estava lhe trazendo bons frutos, este preferiu investir no ramo empresarial. Na década de 80 abriu uma loja de eletrodomésticos. Em 1988 surgia a Videolar, empresa que hoje é líder no mercado brasileiro de DVDs e Blue-ray;

Determine qual é o seu limite – Na terceira tentativa no mercado de ações, Parisotto investiu US$ 2 milhões e atingindo o dobro deste valor, sairia do mercado. Um ano depois já tinha dinheiro suficiente para comprar do sócio a outra metade da empresa Videolar;

Tenha Critérios –  “Compro ações para casar e não para ficar” diz Parisotto que utiliza o preço/lucro (P/L) como um dos critérios para comprar e possui a mesma carteira de ações a 12 anos. Segundo ele é preciso saber realmente quanto vale uma empresa antes de investir. “Hoje, tenho como critério de investimento os seguintes segmentos: energia elétrica, siderurgia, bancos e mineração. E somente 2% ou 3% de empresas exóticas”, afirma. Parisotto investe baseado em análise fundamentalista, ou seja, compra as ações baseado no estudo dos fundamentos da empresa, e não fazendo uso de análises técnicas;

Tenha controle – Controle o medo na queda, controle a ganância na alta. Em 2008, Parisotto viu seu fundo passar de R$ 1,3 Bilhões para cerca de R$ 700 milhões no auge da crise. Ele nadou contra a maré e ao invés de realizar o prejuízo vendendo as ações na baixa, manteve a frieza e passou a buscar pechinchas, já que os preços tinham despencado. Com o controle de um zen budista, conseguiu se recuperar num momento onde muitos se jogariam de prédios;

Outras dicas – Compre na baixa e venda na alta. Não invista em empresas que contratam muita consultoria. Segundo ele, “Não se deve investir em ações, mas sim em empresas”, ou seja, o balanço da companhia é mais importante do que o momento do mercado. Também deve ser analisado com cautela a evolução de produtos e atitude dos CEOs das empresas. Não invista em IPO. Tenha uma carteira enxuta, que você consiga acompanhar. Nunca compre ações de companhias aéreas e de comércio varejista, pois o seu mercado é bastante instável. Procure dar preferência a papeis de empresas que lucram e distribuem dividendos entre seus acionistas (estratégia conservadoras conhecida como income stocks/ações de renda). Jamais coloque na bolsa de valores o dinheiro do qual vai precisar, ou seja, aplique a longo prazo.

Lirio Parisotto é o Warren Buffet Brasileiro.

Para finalizar, assista uma entrevista e uma palestra de Lírio Parisotto na Expo Money 2010:

Clique no link para ver a palestra:

palestra-lirio-parisotto-expo-money-2010


Os números de 2010 aqui no Livre Iniciativa Blog

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog está em brasa!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 18,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 4 navios.

Em 2010, escreveu 8 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 38 artigos. Fez upload de 12 imagens, ocupando um total de 545kb. Isso equivale a cerca de uma imagem por mês.

O dia mais movimentado do ano foi dia 20 de maio com 139 visualizações. O post mais popular este dia foi A Piada de Albert Einstein.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram administradores.com.br, dihitt.com.br, twitter.com, orkut.com.br e sedentario.org

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por robert wadlow, einstein, superação, albert einstein e et

Atrações em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

A Piada de Albert Einstein abril, 2010
3 comentários

2

Prós e Contras da Fusão Sadia-Perdigão junho, 2009
17 comentários

3

Investindo em Ações maio, 2009
2 comentários

4

A Crise Segundo Albert Einstein março, 2009
21 comentários

5

1001 Sons abril, 2009
23 comentários

Que 2011 seja mais produtivo para todos nós.

Que venham muitos outros posts!!


Aprenda com o Mestre

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse a mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim. – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água. Enquanto a água corria no queixo do jovem, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não, disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: é deixar de ser copo para tornar-se lago. Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos.


A Importância de um Mentor

Sempre achei a sinuca um jogo muito bonito e técnico. Trata-se de um esporte ao mesmo tempo acessível e marginalizado, justamente porque o material para a prática encontra-se em qualquer botequinho de esquina, onde bêbados cruzam seus braços sobre o balcão a espera da próxima cerveja.

Eu costumava jogar quando era mais jovem, mas depois que os compromissos da vida corporativa prevaleceram, passei somente a acompanhar a distância.

Um belo dia, um amigo de um amigo que era exímio jogador, me sugeriu colocar uma mesa em casa. Estava construindo uma área de lazer, e ele, me conseguiu uma mesa usada em excelente estado, que comprei e deixei guardada no depósito, esquecida, por um ano.

Quando a obra ficou pronta, montei a mesa, comprei as bolas e os tacos e comecei a jogar um pouco. Nem preciso dizer que este excelente jogador era quem vencia as partidas. Os efeitos, as jogadas mais técnicas e a diversão de ter amigos em casa, faziam com que minha vaidade ficasse de lado.

Praticamente um Rui Chapéu

Em 2008, tive a oportunidade de duelar com um senhor de uns setenta anos, que havia ganhado vários torneios quando mais jovem. Este prontamente me perguntou que mesa eu havia comprado, que bolas, tacos e que regras eu gostaria de jogar. Então pediu para que eu iniciasse a partida. Humilhação a vista! Lá ia eu perder para o velhinho.

Dei a saída, de forma que as bolas não se espalharam. Ele pacientemente colocou-as novamente no lugar e me disse: “Meu jovem. Quando der a primeira tacada, jogue a bola azul para a esquerda e posicione a branca para a direita”. Dei a tacada novamente e fiz como ele mandou. Começamos a jogar. Na verdade eu jogava, e ele observava.

Com seu olhar clínico, em pouco tempo notou quais eram meus erros de posicionamento, e começou a corrigi-los. Parecia magia. Com apenas algumas dicas, notei que as tacadas melhoraram muito. Tanto que em uma jogada específica, errei a bola e ele me disse: “Jovenzinho. Independente quem seja seu professor, quem esteja te ensinando, uma coisa não dá para aceitar. Você pode errar a jogada e o efeito! A bola jamais! Jamais!! Assim, como num jogo de xadrez, pense sua jogada antecipadamente, tenha calma e posicionamento”.

Seguindo suas recomendações, não errei mais a bola. E, a medida que íamos jogando, ele fazia suas observações. Fiz então uma analogia entre aquele simples jogo de sinuca e a vida corporativa.

Como seria benéfico se tivéssemos a supervisão de alguém mais experiente em nosso ambiente profissional, seja ele qual for. Alguém que tivesse bagagem, tendo passado por diversas etapas, enfrentado muitos “perrengues”, “engolido muitos sapos”, obtido muitas vitórias, alcançado muitos resultados, e que, ao mesmo tempo fosse acessível, não abrindo mão da humildade e honestidade com suas colocações.

Nossa performance seria consideravelmente melhorada, se um mentor nos ajudasse a encontrar e superar nossos pontos fracos. Com pequenos ajustes e sugerindo maneiras de superá-los, abriria novas perspectivas para nosso desenvolvimento.

O mentor nos mostra qual o caminho a percorrer.

Sei que posso melhorar muito meu jogo, tanto no campo esportivo, quanto no profissional. E você? Tem um mentor na sua vida corporativa ou vai correr o risco de ir para a caçapa?


O Homem Sem Dinheiro

Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz

Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.

Mark Boyle

Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.

Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.

Uma vida sem luxo

Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.

`Foi o ano mais feliz da minha vida`, disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, `e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro`.

`Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto.`

A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido `fantástico`.

Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.

Ele também construiu um banheiro séptico – uma fossa – do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.

Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar – um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.

Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It (`Só por amor`, em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples `bondade`.

Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.

Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que `a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje`.

`Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela.`

Sua mensagem, diz ele, é: `consuma um pouco menos`.

`Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério.`

`Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.

FONTE: BBC BRASIL


O Veadinho e o Leão

Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão:


Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.



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